Quase todas sobrevivemos às mães

Que surpresa boa foi ler “Quase todas sobrevivemos às mães”, da Deborah Couto. Quando a Oasys me enviou o release, fiquei super curiosa pela leitura, mas realmente me surpreendi com o que encontrei.

Cecilia é uma mãe com uma vida confortável financeiramente. Vive com seu marido Caio e sua filha Eva e, desde o nascimento da filha, conta com Andrea trabalhando em sua casa para ajudá-la com as tarefas em torno da menina. Com a chegada da pandemia, Cecilia se vê sem suporte e acaba não sabendo lidar muito bem com isso. Ela e o marido acabam por propor a Andrea que passe a morar na casa deles durante esse período.

O livro tem capítulos curtos, que envolvem o leitor e, em meio a rotina de Cecilia e também de Andrea, vemos um retrato tão comum, o de mães sobrecarregadas. Cada uma à sua maneira e cada uma tentando contornar da forma que pode.

E, como bem pontuou Marcela Dantés no texto da orelha do livro, as personagens aqui retratadas não são essencialmente boas ou essencialmente más, são humanas e, por isso, vamos alternando entre amá-las e odiá-las.

Gosto da troca de ponto de vista que a autora faz dependendo do capítulo, assim vamos tendo uma visão melhor sobre cada um e suas angústias, anseios e modos de ver uns aos outros.

É um livro que faz sentir e faz refletir. Leitura mais do que recomendada!

*Livro recebido em parceria com a @oasyscultural.

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Sobre mim

Danielle

Apaixonada por livros e viciada em chimarrão.

Falo de livros no instagram desde 2017 e chegou a hora de ter um cantinho próprio.

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