Morte nas Nuvens, da Agatha Christie, é aquele livro que veio para confirmar: se Hercule Poirot está presente, sai de perto pois a próxima vítima de um assassinato pode ser tu!
Porque não é possível! Se já não bastasse trens, até em um avião o detetive se vê em meio a uma trama de assassinato.
Em um voo de Paris a Londres, um comissário de bordo se depara com uma das passageiras morta em sua poltrona. Em um primeiro momento, parece ter acontecido um mau súbito ou algo do tipo, mas o olhar atento de Hercule Poirot logo percebe coisas fora do lugar: uma pequena marca no pescoço da vítima e o que parece ser um dardo que poderia conter veneno. Logo, uma zarabatana é encontrada no avião. Mas como seria possível alguém utilizá-la sem chamar atenção dos demais presentes? É isso que vamos acompanhar Poirot desvendando.
Esse foi um dos raros casos em que desconfiei da pessoa certa e mantive essa desconfiança até o final! Mas me faltou encontrar o motivo e o como foi feito…
Esse é um daqueles livros que, para mim, é puro Agatha Christie! Muitas pistas falsas, recheado de personagens que escondem algo e não são o que aparentam, algumas reviravoltas, casos amorosos e amores instantâneos.
Foi uma leitura divertida, que gostei tanto do desenrolar quanto do desfecho! Teve um leve toque mirabolante, mas nada demais.
Morte nas Nuvens tem tradução de Henrique Guerra, e foi o livro de julho do desafio #ReadChristie2025, que participo em parceria com a @lepmeditores.
📸 Na falta de um avião, tive que improvisar com uma montagem a partir de foto encontrada no freepik (o chimarrão e o livro são meus, mas o avião é de EyeEm).
