Dia do Quadrinho Nacional

Hoje, 30 de janeiro, é o Dia do Quadrinho Nacional. A data marca a primeira publicação de uma história em quadrinhos brasileira e é importante para celebrar a pluralidade de artistas que temos aqui.

Pensando nisso, trouxe 3 indicações de HQs que adoro, com gêneros bem variados:

Tê Rex, do @marcel_ibaldo e da @marcelli.ibaldo, que além dos livros impressos, conta com as tirinhas publicadas no insta @terexhq.

 

Sinopse:

Tê Rex é uma dinossaura nerd desbravando mundos fantásticos que habitam as obras que coleciona. Para sobreviver na pré-história, enfrenta preconceitos, bullies e os malditos SPOILERS. Embarque nessa viagem no tempo a uma era onde os dinossauros dominavam a Terra, e em que encontrar uma HQ não amassada na banca era uma guerra Infinita.

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Braba, antologia que reúne 15 nomes do quadrinho nacional, publicada pelo @editoramino.

 

Sinopse:

Um passo lendário foi dado para os quadrinhos brasileiros. Através do intermédio de Rafael Grampá (Mesmo Delivery, Batman: A Gárgula de Gotham), a premiada Editora Mino se une à lendária e mundialmente renomada Fantagraphics para a co-produção e lançamento simultâneo de uma antologia com um objetivo ambicioso: apresentar ao mundo o que há de melhor nos quadrinhos brasileiros contemporâneos. Essa coleção revolucionária é composta por 13 histórias, 16 artistas. Uma seleção afiada de artistas inovadores e com vozes únicas foi montada. Compõem a BRABA: Amanda Miranda, Bruno Seelig, Diego Sanchez, Gabriel Goes, Jefferson Costa, Jéssica Groke, Sirlene Barbosa, João Pinheiro, Cris Eiko, Paulo Crumbim, Pedro Cobiaco, Pedro Franz, Rafael Coutinho, Shiko, e Wagner Willian.

 

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Chico Bento – Arvorada, do @orlandeli, quadrinho que faz parte do selo #GraphicMSP e traz os personagens da @turmadamonica na visão de artistas convidados.

 

Sinopse:

Em Arvorada, Chico Bento, o caipira mais famoso dos quadrinhos, leva uma daquelas lições que a vida de vez em quando dá em todos nós. Porque nem tudo pode ser deixado pra depois… Numa reinterpretação belíssima do clássico personagem Mauricio de Sousa, o premiado cartunista Orlandeli cria uma história tocante, com visual magnífico e momentos de amor, dor, humor, mistério e, especialmente, aprendizado.

 

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Além disso, selecionei também 3 quadrinhos que estão na minha lista de “quero ler”, que acho que podem ser boas indicações pra ti também:

Barrela, do @joao.pinheiro, que traz a adaptação de um texto do Plínio Marcos para quadrinhos, publicado pela @brasaeditora.

 

Sinopse:

Barrela em quadrinhos é uma adaptação do texto teatral homônimo do dramaturgo brasileiro Plínio Marcos em formato de graphic novel (história em quadrinhos) desenhada por João Pinheiro, que é também coautor do quadrinho Carolina, juntamente com Sirlene Barbosa e do quadrinho Depois que o Brasil Acabou, lançado pela editora Veneta. Barrela é um quadrinho brasileiro ambientado no submundo do Brasil. Esse livro de quadrinhos tem capa brochura, 128 páginas em preto e branco. A edição foi impressa em papel pólen. O design da capa ficou por conta do Victor Marcello e a edição foi coordenada pelo Lobo.

 

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Roseira, Medalha, Engenho, do @jeff_costa_rm e publicado pela @pipocaenanquim

 

Sinopse:

“Baseado em lembranças coletivas e individuais, na oralidade, e em contos e “causos” que são passados de geração em geração, Roseira, Medalha, Engenho e Outras Histórias é um relato emocionante sobre a luta de pessoas reais vivendo uma vida duramente real.

Acompanhe a trajetória de duas famílias às voltas com suas diferenças, tragédias e comédias, sonhos e perspectivas, construindo a sua história no sertão nordestino durante o movimento retirante da década de 1970. Ao introduzir um Brasil bem diferente daquele que se vê nas áreas urbanas, permeado pelo cangaço e negligenciado pelos que detêm mais privilégios, este quadrinho pinta com cores fortes e exuberantes muitas das características nordestinas tradicionais, como o folclore, os engenhos de cana de açúcar, os “cabras machos”, a busca por rastros e pegadas de uma herança ancestral e as relações humanas que se desenvolveram em torno da cultura que ali se estabeleceu.

Lançado originalmente em 2019, Roseira, Medalha, Engenho e Outras Histórias rapidamente se tornou um dos quadrinhos mais ovacionados e premiados do Brasil: foi vencedor do Troféu HQMIX 2020 nas categorias Melhor Edição Especial, Melhor Desenhista e Melhor Roteirista Revelação. Também foi finalista do Prêmio Jabuti 2020.

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Debaixo d’água, de @ferbaukat e @quadrinhofilia, publicado pela @editoranemo. 

 

Sinopse:

Debaixo d’água é um mergulho profundo na jornada de um casal em busca de um parto humanizado num país dominado por altas taxas de cesarianas desnecessárias. Com um relato íntimo e autobiográfico, enriquecido por ilustrações sensíveis em aquarela e lápis de cor, a obra desvela um espectro de emoções – amor, expectativa, preocupação – enfrentadas durante a gravidez, bem como os desafios burocráticos e sociais para um nascimento mais natural. Além de iluminar as dificuldades do sistema de saúde brasileiro, Debaixo d’água celebra as vitórias e a beleza inerentes à maternidade, encorajando uma reflexão sobre a essencialidade do respeito à preferência das gestantes e a promoção de um suporte humano e empático. A obra se apresenta como um chamado vibrante para uma mudança nas práticas de nascimento, dialogando diretamente com questões de saúde, maternidade, paternidade e o imperativo do direito à escolha.José Aguiar também é autor do premiado A infância do Brasil.

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Sobre mim

Danielle

Apaixonada por livros e viciada em chimarrão.

Falo de livros no instagram desde 2017 e chegou a hora de ter um cantinho próprio.

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